quinta-feira, 12 de julho de 2018


    
      Aos poucos vamos nos esquivando. Não da gratidão, mas da falta de reciprocidade.
     A paixão vai se transformando em carinho, e aquela vontade de estar junto o tempo todo vai deixando de fazer parte da mente.
    Vantagens e desvantagens, mas como saber quem perdeu ou quem ganhou? Não existe vencedor ou perdedor quando se trata de coração. Talvez aquela pessoa tenha perdido um companheiro incrível, talvez Deus tenha um plano maior para ambos, talvez juntos, com o tempo se destruíssem.  Nunca saberemos se não tentarmos, mas se não tentar também, tudo bem.
     Escolhas, temos o poder de escolher aquilo que nos faz feliz, as vezes pode não ser a escolha certa, mas escolhemos. Foi daquele momento, foi pensando em algo que podemos não saber explicar agora. Um dia saberemos, pois tudo passa... A dor passa, a paixão passa... O que fica é o carinho, o amor, a amizade...




segunda-feira, 9 de julho de 2018

Até que ponto devemos expor os sentimentos?
Até que ponto devemos permitir que o coração controle aos outros órgãos de nosso corpo?
Até que ponto devemos permitir ser "ja que não tem, vai tú"?
O ruim é o acúmulo de sentimentos dentro de você, que pode vir misturado de ódio e amor, raiva e serenidade, tristeza e alegria.
Se alguém aposta no número dois, sabendo que o mesmo foi eliminado do sorteio é porque deve aprender com alguma coisa, muitas vezes passar repetidas vezes pelo mesmo caminho, para tirar disso algo pra vida.
Nesse círculo vamos conhecendo pessoas, perdendo outras. Alimentando amor ou criando mágoas, deixando de se importar e seguindo caminhos opostos.
Somos diferentes, não no sentido "gostos", mas nos modos de enxergar a vida. Cada um vê, processa e atualiza como quer, cada um opta pelo modo que escolheu para ser feliz e descobrir caminhos...


quarta-feira, 4 de julho de 2018


                             Como nos fechamos para sentimentos, pessoas, vida...

     São quase três anos sem escrever algo aqui, coisas que normalmente escrevia com o coração, com o sentimento do momento, a emoção vivida. Sim, fechei-me. Resolvi cuidar de mim, observar e analisar os caminhos que queria trilhar, escolher com quais pessoas gostaria de viver e trocar experiências. Me sentir vivo sozinho.
     Aprendi que sozinho não sou nada, porque sozinho seria a solução? O mundo é tão cheio de pessoas, precisamos sim, de alguns momentos de reflexão, momentos de paz. Mas fechar-se para o mundo é dar um tiro no pé.  Amigos são necessários, nossos pais são necessários, um amor é necessário.
     Amor, ultimamente tão árduo, estava me sentindo tão laborioso que esqueci o quão especial ele significa. Afogando-se na busca incessante de alguma coisa que completasse minha alma e me desse uma satisfação, que infelizmente era momentânea. Apenas um parecer: expor os sentimentos e mostrar sua importância pode significar muitas vezes um novo Olá. Perder-se nos sentimentos e guarda-los além de sufocar, nos tira pessoas que poderiam ser a razão para uma vida de conquistas e sorrisos para dividir momentos.